Era uma vez um reino muito, muito distante. E ao mesmo tempo muito, muito próximo. Lá vivia uma rainha. Era um reino cheio de bichos, de árvores, riachos e flores, repleto de cores, cheiros e sons. Um reino escondido e secreto guardado pela rainha. Um dia, ao entrar em seu reino a rainha levava em seus braços um bebê. Um bebê lindo e iluminado que foi levado ao reino secreto, embalado pela rainha-mãe assim que nasceu. O pequeno príncipe havia chegado, mas este reino ainda era de uma rainha só e seu príncipe. Numa tarde, durante o pôr-do-sol mais lindo já contemplado, a rainha avistou um barco chegando ao seu reino. E o pequeno barco a vela refletia uma luz especial. E dentro dele um homem, o homem do leme, que estava em busca das ilhas desconhecidas. Ao aportar seu barco o homem do leme foi logo dizendo – eu reconheço este reino, estas terras, este cheiro – e o mesmo reconhecimento súbito teve a rainha – eu reconheço este homem, este barco, a batida deste coração – e o pequeno príncipe correu para os braços do homem do leme, e um sorriso lindo foi visto em seu rostinho. E assim, o homem do leme foi nomeado rei. O rei que faltava no reino onde só existe sol, amor, alegria e respeito. Agora não mais o reino de uma rainha só. O reino estava completo. O nome do reino? VILOTECA. Ainda vai perguntar – afinal, o que é a viloteca? – não dá pra explicar, tem que sentir. E por que você está lendo isso aqui? Porque talvez este seja um lugar onde você possa ler isso sozinho e sentir no coração o que a gente sente. Talvez isso te leve até a nossa viloteca...
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